NA MOSKA

Esta música traduz fielmente o que penso (e sinto)... fala por mim!

 

"Poema musicado na canção "Vênus"

de: Paulinho Moska



Não falo do amor romântico,

Aquelas paixões meladas de tristeza e sofrimento.

Relações de dependência e submissão, paixões tristes.

Algumas pessoas confundem isso com amor.

Chamam de amor esse querer escravo,

E pensam que o amor é alguma coisa

que pode ser definida, explicada, entendida, julgada.

Pensam que o amor já estava pronto, formatado, inteiro,

Antes de ser experimentado.

Mas é exatamente o oposto, para mim, que o amor manifesta.

A virtude do amor é sua capacidade potencial de ser construído, inventado e modificado.

O amor está em movimento eterno, em velocidade infinita.

O amor é um móbile.

Como fotografá-lo?

Como percebê-lo?

Como se deixar sê-lo?

E como impedir que a imagem sedentária e cansada do amor nos domine?

Minha resposta? o amor é o desconhecido.

Mesmo depois de uma vida inteira de amores,

O amor será sempre o desconhecido,

A força luminosa que ao mesmo tempo cega e nos dá uma nova visão.

A imagem que eu tenho do amor é a de um ser em mutação.

O amor quer ser interferido, quer ser violado,

Quer ser transformado a cada instante.

A vida do amor depende dessa interferência.

A morte do amor é quando, diante do seu labirinto,

Decidimos caminhar pela estrada reta.

Ele nos oferece seus oceanos de mares revoltos e profundos,

E nós preferimos o leito de um rio, com início, meio e fim.

Não, não podemos subestimar o amor, não podemos castrá-lo.

O amor não é orgânico.

Não é meu coração que sente o amor.

É a minha alma que o saboreia.

Não é no meu sangue que ele ferve.

O amor faz sua fogueira dionisíaca no meu espírito.

Sua força se mistura com a minha

E nossas pequenas fagulhas ecoam pelo céu

Como se fossem novas estrelas recém-nascidas.

O amor brilha. como uma aurora colorida e misteriosa,

Como um crepúsculo inundado de beleza e despedida,

O amor grita seu silêncio e nos dá sua música.

Nós dançamos sua felicidade em delírio

Porque somos o alimento preferido do amor,

Se estivermos também a devorá-lo.

O amor, eu não conheço.

E é exatamente por isso que o desejo e me jogo no seu abismo,

Me aventurando ao seu encontro.

A vida só existe quando o amor a navega.

Morrer de amor é a substância de que a vida é feita.

Ou melhor, só se vive no amor.

E a língua do amor é a língua que eu falo e escuto.

 

(PRECISA FALAR MAIS ALGUMA COISA???)

50 Coisas sobre mim

 

1.Sou taurina, mas não acredito em horóscopo;

2.Já escrevi carta pra artista;

3.Já tive hepatite, cachumba, catapora e todas essas doenças de infância;

4.Já quis ser modelo, atriz, cantora, escritora...

5.Sou vaidosa;

6.Sou muitíssimo teimosa;

7.Adoro rosa e vermelho;

8.Não sou fresca;

9.Sou brincalhona;

10.Sou viciada em filmes;

11.Já perdí alguém muito especial;

12.Já caí de moto;

13.Adoro ler;

14.Adoro escrever;

15.Já me apaixonei algumas vezes;

16.Já se apaixonaram por mim;

17.Já fui traída;

18.Sou tímida, em algumas ocasiões;

19.Não gosto de falar em público;

20.Sou muito determinada e responsável;

21.Sou perfeccionista;

22.Gosto de demonstrar o que estou sentindo;

23.Sou super inconstante, meio metamofose ambulante...

24.Não sou medrosa;

25.Detesto baixarias;

26.Tenho poucos amigos verdadeiros; 

27.Tenho uma família maravilhosa, com os seus defeitos e qualidades;

28.Meu tipo sanguíneo é O+;

29.Adoro anotar trechos de música em todo canto;

30.Acredito muito em Deus;

31.Ele já fez muita coisa na minha vida;

32.Não tenho muita certeza do que quero;

33.Ainda encontro a fórmula do amor;

34.Sinto que o tempo está passando cada vez mais rápido;

35.Sou ciumenta;

36.Não gosto de ser ciumenta;

37.Adoro Shows de Humor;

38.Adoro o colo e o cafuné da minha mãe;

39.Sou flamenguista e gosto de futebol, até já joguei, na infância;

40.Sou movida à música;

41.Aproveitei muito a minha infância;

42.Sou muito desastrada;

43.Tenho gênio forte;

44.Adoro dançar;

45.Amo borboletas;

46.Sou alérgica a picada de abelhas;

47.Sou canhota;

48.Adoro praia; 

49.Às vezes, penso demais;

50.Me considero uma pessoa feliz.

Suposições

Ontem Sandra postou sobre o amor... sobre uma tal de Mônica, um certo Eduardo, enfim, ela falou com muita propriedade sobre as armadilhas que vez por outra o nosso coração nos faz vítimas, eu concordei com 99,99% do que ela escreveu. Acredito mesmo que muitas vezes temos a sensação (ou até mesmo a certeza) de estarmos com a pessoa errada... mas afinal, será que existe mesmo um "tipo ideal"? O que determina ser uma pessoa "a certa" e outra a "errada"?

Eu tentei me imaginar na situação da tal Mônica, tentei entender o que se passa na cabeça e no coração dela... andei fazendo certas suposições:

Eu acho que Mônica pode estar cansada de escolher... e errar, ela pode ter percebido que não adianta muito querer controlar e explicar cada sentido e cada detalhe da vida. De repente (ou lentamente, vá saber...) ela talvez tenha decidido se entregar um pouco,  deixar que as coisas aconteçam... ela sabe que isso tudo vai passar e talvez por isso ela queira aproveitar cada segundo, se deliciar com cada sensação, se lambuzar com as emoções que está sentindo. Ela quer dançar e curtir cada segundo da música, antes que a carruagem vire abóbora, ou antes que a pessoa certa vire a pessoa errada... quem somos nós para decidirmos isso? Na verdade sabemos... quem decide mesmo, é o nosso coração!

 

Beijos!!!

Oi e tchau!

 Olá! Há algum tempo vem me dando vontade de voltar a publicar minhas "coisas", esperei um pouquinho pra ver se passava, mas não passou, então estou de volta (também muito influênciada pelo Razões & Emoções da amiga Sandra). Mas hoje é só essa passadinha rápida (uma rapidinha, hum...) para dizer que voltei, não sei se por muito ou pouco tempo, mas vai ser enquanto me der na telha... Beijos! Aguardem cenas dos próximos capítulos!

 

 

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